Apesar de receber mensalmente repasse da Prefeitura de
Barras, a diretora do Hospital Regional Leônidas Melo, Laianne dos Santos,
agora proibiu que o lixo hospitalar do Hemopi seja descartado juntamente com o
do hospital.
O lixo do Hemopi sempre foi descartados juntamente com o do Leônidas Melo. Quem paga a empresa que coleta o lixo hospitalar é o estado. Os vigias do Hemopi são do Estado. Eles levam o lixo no final do dia. Ou melhor, levavam. A empresa Sterlix, contratada pelo estado, recebe pelo peso e o hospital não quer mais os resíduos do Hemopi, que requerem um descarte especial porque são formados por objetos perfuro cortantes, as agulhas, seringas e lâminas.
E um agravante: a Prefeitura de Barras recolhe o lixo comum do hospital, o que não é resíduo hospitalar. A administração entende que a população não pode ser atingida por diferenças partidárias. Que existe uma questão política em Barras entra a diretora do hospital e a administração todo mundo sabe. Laianne não escondia a preferência pelo ex-prefeito que perdeu a eleição. Subia em caminhões nas carreatas, andava nos eventos políticos de camiseta vermelha, contratou um bom número de comissionados da prefeitura que trabalhavam na gestão passada, depois de demitir os que não votariam no candidato dela. Agora se recusar a recolher lixo hospitalar é descuidar da saúde da população. É colocar os interesse políticos acima da saúde pública.
O Ministério Público precisa e deve ser provocado sobre essa questão. Nossa reportagem vai entrar em contato com a secretaria estadual de Saúde para questionar se essa é uma determinação do Estado, que paga a empresa coletora de resíduo hospitalar e se há legalidade nessa determinação da direção do Leônidas melo. Estamos preparando um DOSSIÊ ESCÂNDALO de arrepiar as barbas do profeta, acerca dos recursos do nosso hospital... caba não mundão!




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