Administrar
nos dias que correm é um desafio que requer uma presença constante dos gestores
no ambiente de trabalho. Administrar envolve um conjunto de habilidades e
responsabilidades que incluem, dentre outros, ações de revisão, organização,
comando, coordenação e controle. E as rotinas administrativas mais exitosas são
aquelas que abraçam os princípios da parceria. Lamentavelmente a Diretora do
Hospital Regional Leônidas Melo optou por ser uma “ILHA”. A ilha que resolveu
se isolar de um princípio administrativo que é exemplo de sucesso aos que
aderem a esta causa. A ilha da incompetência que vem gerando prejuízos ao
Sistema de Saúde Público, leia-se, povo, a quem aquela casa de saúde deveria estar
a serviço.
Não... preferiu jogar sujo e com estas ações contraproducentes, tentar
atrapalhar uma gestão municipal que hoje é elogiada em todos os quadrantes do
município. Pobre diretora, chegou ao cúmulo de proibir servidores municipais que
trabalham no HEMOPI, na linha de frente da COVID-19, de disporem (fazer
descarte) do lixo de natureza hospitalar nos recipientes do Hospital Leônidas
Melo, além de passar comandos e orientações (impublicáveis), aos vigias que
foram deslocados do hospital para o hemopi.
O
Prefeito Capote vem honrando com sua responsabilidade dentro da parceria
firmada com o Governo do Estado de fazer repasses mensais ao Hospital Leônidas
Melo e em contrapartida recebe este tipo de tratamento por parte da Diretora do
Hospital Leônidas Melo, além de outras cositas que iremos destrinchar aqui
neste espaço. Será que o Governador é conivente com este comportamento? Será
que o Governador está sabendo dos super salários deste hospital? Será que o
Governador concorda com a política do empreguismo promovida pelo hospital? Vem
aí, um capítulo bombástico, acerca do que os recursos do Hospital Regional
Leônidas está a promover... quem viver verá.



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