Este
fato trouxe para Barras no início dos anos 2000, o Pe. Ricardo Resende Figueira
que estava defendendo tese de mestrado e para robustecer sua tese começou a
visitar e colher depoimentos dramáticos de familiares destes trabalhadores escravizados
e que além de condições desumanas de trabalho, ainda eram submetidos a humilhações,
perseguições e até mortes.
Hoje, 24/0822, segundo Lina, e um dia histórico, pois depois
de 22 anos de omissões ate mesmo da igreja católica, finalmente atores sociais,
entre eles o Ministério Público do Trabalho, a CPT e a Prefeitura de Barras
articulam um Plano Municipal que deve ser o início da erradicação desta triste
realidade que envergonha a todos nos. O Prefeito de Barras Edilson Capote
comprometeu-se publicamente em disponibilizar toda a estrutura necessária para
a efetivação do Plano Municipal de Prevenção e Erradicação do Trabalho Escravo
onde as Secretarias de Educação, Assis. Social, de Juventude, da Agricultura e a
de Administração foram colocadas à disposição.
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