quinta-feira, 17 de junho de 2021

ESCÂNDALO: Vereador Eudin e esposa protagonizaram cenas de baderna e humilhação em repartição pública

 

O Vereador Eudes Raulino de Almeida Filho (MDB) e a esposa Ada Rego, promoveram um festival de escândalos e baixarias na Secretaria Municipal de Administração que deixou em polvorosa os servidores da pasta, como também, o público ali presente, na manhã de hoje. Foi uma cena deplorável e reprovável a que se passou hoje no edifício anexo da Prefeitura Municipal de Barras, (Palácio Municipal) onde funcionam várias secretarias municipais. Os ânimos se acirraram ainda na segunda-feira, dia 14 de julho, quando ficou determinado uma redistribuição de mesas e seus ocupantes, haja vista, o excesso das mesmas na antessala do Palácio Municipal, fato contestado e não acatado pela servidora Ada Rego que foi deslocada da antessala onde se encontrava para a sala ao lado, onde funciona a biblioteca da Sec. de Cultura.
A mudança causou grande dessabor à servidora que se recusou a aceitar tal determinação e no auge de se sua irritação e destempero emocional, descontrolou-se e partiu com toda violência aos gritos que culminou com ameaças à servidora, Sra. Socorrinha Pires, com a expressão: “eu vou dá um murro na tua cara”. Um assessor do vereador, presente à deprimente cena também em total descontrole cunhou as palavras: “babão...” “muleque”, contra  o jovem, digital influencer e servidor da Sec. de Administração, Victor Coelho. O Vereador Eudin numa clara demonstração de exibicionismo e de vitimização, ainda chegou a levar, de casa para a prefeitura, uma mesa e cadeira, para, de forma autoritária e insubordinada, fazer a esposa sentar em um lugar onde o seu chefe hierárquico determinara o contrário. Além da intromissão desmedida, o vereador gritava aos quatro ventos palavras de baixo calão contra o Prefeito Capote e seu irmão, o Secretário de Administração, Wilson Sérvulo e no ápice de seus devaneios bateu com tanta violência na mesa que quebrou vários dedos da mão, precisando ser atendido no Hospital Leônidas Melo e ter a mão enfaixada, tamanha violência dos socos advindos de sua cólera.

 


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