domingo, 22 de dezembro de 2019

GESTÃO EFICIENTE: Prefeito de Cabeceiras encerra mais um ano com tudo em dia

 O Prefeito de Cabeceiras do Piauí, Dr. José Joaquim, igualmente a todos os gestores de seu tempo, está enfrentando uma avalanche de dívidas herdadas de gestões passadas que se referem a precatórios, salários e garantias trabalhistas não pagos, Eletrobrás (equatorial), agespisa, Piso Salarial do Magistério, dentre outros, mas diferentemente de muitos prefeitos, não desperdiçou tempo com lamentos e mimimis, arregaçou as mangas e vem honrando tudo aquilo que foi negociado e parcelado junto aos órgãos credores. A cidade é um dos maiores canteiros de obras do Piauí, salários e fornecedores em dia, além de saldo positivo nos cofres públicos. Sexta-feira, próximo passado, (20/12/19), o gestor concluiu toda a folha de pagamento de servidores daquela prefeitura, incluindo o décimo terceiro salário, conforme preconiza a Lei de Responsabilidade Fiscal e as exigências dos Tribunais de Contas do Estado e da União. 



“Encontramos um verdadeiro caos financeiro e fiscal, um município em colapso, mas nossa garra e coragem, aliados à nossa fé pública foram decisivos para tomarmos as medidas que tomamos e colhermos hoje os frutos que plantamos na adversidade, ou seja, uma prefeitura apta à celebrar convênios com quaisquer que sejam os entes que se fizerem necessários, estamos já a alguns anos na condição de adimplente, prefeitura e município com nome limpo, fora do CAUC... estamos em dia com tudo e com todos,” pontuou o grande líder, Prefeito Dr. José Joaquim. Como se vê no exemplo de Cabeceiras, quando se une a capacidade administrativa, coragem e fé pública, as coisas andam. Em Barras, infelizmente o atual gestor gastou três anos de sua gestão a se lamentar e atribuir sua incapacidade gerencial ao seu antecessor, e neste último ano resolveu fazer política, exatamente tendo como pano de fundo este cenário. Tem político que insiste em subestimar a inteligência coletiva e o que acontece, invariavelmente, é este político entrar numa contramão e esbarrar num paredão de concreto chamado ´povo.

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