A dor de uma derrota acachapante e a humilhação vêm deixando os sectários do prefeito derrotado Carlos Monte sem rumo e sem prumo. Desnorteados e sem eira nem beira eles agora apelam para a mesma tática velha da campanha que não deu certo, ou seja, a de tentar humilhar e desmoralizar o Prefeito eleito Edilson Capote, só que desta feita foram mais longe e protagonizaram um festival de palhaçada fazendo a PF se dá ao trabalho de vir à Barras cumprir mandado judicial. Um secretário do prefeito, dublê de artista plástico, entrou com queixa na Polícia Federal com alegações de abuso de poder econômico no pleito próximo passado, e claro, sem apresentar nenhuma prova que respaldasse tal ação. Nas primeiras horas deste 25/11/2020 agentes da Polícia Federal cumpriram determinações judiciais, com mandato de busca e apreensão em 7 endereços de Barras e 1 em Brasília – DF.
O Prefeito eleito
soberanamente pelo sufrágio livre do povo barrense, Edilson Capote falou que
estava tranquilo, colaborou com a ação e pôs –se à disposição das autoridades.
Foram levados p fins de investigação os aparelhos celulares de Capote e de sua
esposa D. Edneida. No apartemento da irmã de Capote, a empresária Ivanilda Sérvulo
os agentes não recolheram nada. A pergunta que fica é: por que não entraram
logo com Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e com Ação de
Impugnação de Mandato Eleitoral (AIME)? Resposta: Porque para tanto é
necessário a juntada de provas robustas e irrefutáveis que consubstanciem tal
ação. Resumindo: O atual prefeito de Barras se aliou ao que tem de mais
reprovável e nojento na política de Barras. Aceitem que doe menos.










