Só
para se ter uma ideia, o município iniciará o ano letivo de 2019 já
acrescentando ao salário do magistério os novos valores estimados pelo FUNDEB
para o piso salarial 2019 que deverá ser de 4,17%, como preconiza a lei 2.557/2008,
o que perfaz um total de R$ 2.557,74. O que se lamenta, por oportuno, é o fato
de gestões do passado terem negligenciado este pagamento, como é o caso do não
pagamento do piso salarial nacional referentes aos anos de 2008, 2009, 2010,
2011 e 2012, o que ocasionou uma enxurrada de ações trabalhistas, já em fase de
execução que ultrapassa os R$ 3.000.000,00 (Três milhões de reais).
Estas
condutas irresponsáveis e corruptas dos gestores passados causam prejuízos não
só de ordem monetária, mas ao sistema de educação como um todo, ou seja,
inocentes são penalizados enquanto eles (os criminosos) estão por aí com falácias
e pousando como se direitos fossem. “Nós temos consciência de que a educação é
o patrimônio mais valioso da nossa gente, daí o nosso compromisso com
pagamentos em dia, valorização de professores, incentivos, capacitações e
programas outros como o SOLETRANDO que acreditamos ser uma ferramenta de suma
importância dentro do ensino-aprendizagem”, cunhou o gestor.
A Educação de Cabeceiras do Piauí vem se destacando no cenário
piauiense numa curvatura ascendente do gráfico do IDEB, chegando entre as vinte
melhores do Estado, atingindo em 2016 os 5,5 o que coloca o município muito próximo do
atingimento da meta de 6,0 estipulada para 2020.